SEMSAU FAZ REUNIÃO PARA FORMAR EQUIPE DE COMBATE E CONCIENTIZAÇÃO FRENTE AOS POSSÍVEIS CASOS DE VARÍOLA BOVINA NA REGIÃO.

Em caso de suspeita da doença é de extrema importância o comparecimento ao IDARON e Unidade Básica de Saúde.

A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSAU) organizou uma reunião na tarde de ontem (04) com os coordenadores do Centro de Zoonoses, Vigilância Sanitária e Unidade de Sanidade Animal e Vegetal (ULSAV) do IDARON no município, ocasião em que discutiram providências para combater os possíveis casos de varíola bovina na região.
A varíola bovina é uma doença caracterizada principalmente pelo aparecimento de lesões cutâneas nos tetos das vacas, focinhos dos bezerros, e também afeta as pessoas que lidam diariamente com estes animais, com o surgimento de lesões nas mãos e braços. A transmissão do vírus ocorre principalmente durante a ordenha. 
As informações quanto aos possíveis casos chegaram ao conhecimento da SEMSAU por meio dos Agentes Comunitários de Saúde da zona rural que detectaram sintomas muito parecidos durante visitas domiciliares. Outro fator importante foram os atendimentos no Hospital Municipal com características similares. 
Segundo o Assessor Especial da Saúde, Cristiano Pereira Ramos, é muito importante que no caso de algum dos sintomas o produtor rural procure a sede do IDARON para orientação, e também a Unidade Básica de Saúde para tratamento. A desinformação e o medo quanto às penalidades acabam por atrapalhar o controle epidemiológico da doença, pois sem a notificação oficial não é possível faze-lo. 
Peterson Piovezan Barbosa, chefe da ULSAV local, informou que não há multas ou penalidades aos produtores e somente o transito de animais da propriedade fica impedido até controle da doença.
Não existe um tratamento específico para a doença, sendo prescrito apenas a limpeza e desinfecção das regiões afetadas com iodo glicerinado, e medicamentos para controle dos sintomas nas pessoas. 
É importante o diagnóstico precoce, e a ampla divulgação sobre a doença, para que logo nos primeiros sinais seja possível iniciar medidas que impedirão a rápida disseminação e evite perdas econômicas aos produtores. Entre os principais prejuízos causados, estão a redução da produção de leite, mastite, e a necessidade de afastamento temporário dos ordenhadores contaminados.

FOTOS: EDER NUNES

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